segunda-feira, 25 de maio de 2015

Decisão por adoção

Adoção é uma decisão. Sim, é verdade. Em tantas histórias de adoção que eu ouvi, nenhuma era de alguém que não se planejou, mas que acidentalmente acabou adotando. Casais decidem ter um filho adotivo e iniciam um processo voluntário para isso.
Ao mesmo tempo que achamos bom o fato de podermos decidir, normalmente é desconfortável quando precisamos tomar uma decisão. Parece que nós achamos bom mesmo é o fato de viver nosso dia a dia no automático, tudo levado numa rotina, acreditando que não precisamos nos sentir responsáveis pelas consequências das atitudes que tomamos. Mas aí algo acontece que nos força a tomar uma decisão. Na verdade todos os dias tomamos uma decisão, até quando decidimos por não decidir. Mas quando pessoas que decidem algo radical sem terem sidos forçadas a isso constantemente escutam a chata pergunta "Por que vocês vão adotar?".
Decisões também são encaradas como atitude que tomamos para alcançar algum fim e aí as perguntas, de chatas, vão ganhando outras categorias que eu ainda nem consegui classificar. "E quando vocês tiverem os seus?".
A decisão por adoção é na verdade a decisão de ter um filho. O crescimento da família é uma decisão que transcende o indivíduo. Decisão por adoção é decidir ser pai/mãe. Passar por um processo de transformação em que você é forçado a aprender que você nunca foi o centro. Entende agora por que a pergunta do "por que" é muito chata? Decisão por adoção é decidir o meio para ter um filho e ser pai/mãe. Assim, indiferente do meio, o filho é seu e você é pai/mãe. Não existe essa loucura de "tiverem os seus". Quando você adota, dizem que não dá para moldar assim como a gente quer. Minha mãe e meu pai também não "conseguiram", mas aprendi muito deles e sou o que sou por causa deles. Só que assim como eles decidiram, também me mostraram que eu também poderia decidir.
Decisão não é algo sempre burocrático e racional como normalmente imaginamos. O amor é o melhor exemplo disso, pois ele também é uma decisão. Decidi amar a minha esposa, decidi amar a minha família, decidi amar meus filhos adotivos e biológicos... e olha que eu ainda nem os conheço.
Mas decide me preparar e esperar por esse grande dia que eu já decidi.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

PIG BROTHER BRASIL

Era uma vez 170 milhões de porquinhos que viviam as suas vidas dignamente como porquinhos. Moravam em um arejado chiqueiro de uma fazenda onde tinham os elementos necessários para contemplar a natureza e quem a fez. Lá todos os animais conviviam, não apenas em harmonia, mas em plena amizade. Cada um com seu jeito especial de ser, mas não tendo nenhum que buscava se sobressair. Eles passavam o dia todo comendo um pouco de cada uma das melhores comidas do local e ainda se refrescavam lambuzando-se numa deliciosa lama que tinha o divino poder de ensinar que a vida era boa e simples. Não é à toa que os porquinhos são os animais que passam mais tempo saboreando uma extrema sensação de prazer. E até o fim natural das coisas, tão indesejado e incompreendido para a maioria das pessoas, tinha sabor de Bacon e torresmo, porque na vida não vivida apenas para si, mas para um bem maior, até o seu fim pode favorecer os outros. Em contrapartida, o finado descansa em paz certo de que o sistema cuidará muito bem dos seus. Mas para que tudo continuasse nessa plenitude, o fazendeiro proibia os porquinhos de irem à floresta, pois sabia que lá eles iriam se perder.
Certa vez, desconfiados, vários porquinhos decidiram ir à floresta acreditando que a vida ficaria ainda melhor sendo cuidada por eles mesmos. Porém, havia na floresta um lobo que assoprava estranhos ventos carregados de terríveis vozes acusadoras. E o vento soprava cada vez mais forte levando pra fora as identidades dos porcos que logo já se viam como acomodados, anônimos e ordinários. Agora, eles se viam apenas vivendo em uma grande imundice. Sua comida predileta passou a ser vista como um fedorento lixo. E suas expectativas se resumiam a virar presunto.
Não demorou muito para que cada porco começasse a rejeitar os seus semelhantes. O individualismo começava a dominar as suas mentes, cada um vivia por si e, diante da imundice surgia a necessidade de se sobressair sobre os outros. Pouco a pouco cada porco procurou a sua porta. Cada um com o seu espírito de porco construía sua própria fortaleza de palha, mas que logo era destruída pelo vento de acusações.
Desprotegidos, com um lobo faminto e pronto para deverá-los, nenhum porco era mais capaz de voltar a fazenda, e muito menos de se unir para lutar contra o lobo.
Os porcos já viviam sempre com a cabeça encurvada para o chão, incapazes de ver o céu por eles mesmos, e a única saída que eles conseguiam ver era uma casa grande e bonita feita de tijolos chamada PIG BROTHER BRASIL.
Ao passo que buscavam individualismo, cada um tinha todos os seus passos milimetricamente observados pelo dono da casa, o Lobo obcecado para devorá-los. Fora da casa o lobo circulava pronto para comer. Dentro uma agradável sensação de ser observado e cada um começou uma disputa secreta para ver quem ganharia mais atenção.
De saco cheio de todo aquele exibicionismo, Lobo compreendendo o espírito de porco daqueles irmãos propôs uma gincana em que cada um levaria o outro ao paredão a fim de saciar o lobo até que ao chegar no último porco, satisfeito o lobo deixaria-o em paz.
O que ninguém percebia é que ninguém ganha na casa do Pig Brother Brasil e que todos já estavam com a morte decretada. Para piorar, o canal da Universal já até começou a dizer que a Fazenda tinha a mesma cara do Pig Brother.
O final feliz é que o próprio fazendeiro deixou sua fazenda e os seus porquinhos obedientes para buscar os porquinhos perdidos. Com tanto alarde que faziam na floresta, nem foi difícil achar a casa do Pig Brother Brasil. O lobo estava em volta forte e faminto. Creio que nenhum animal da floresta conseguiria vencê-lo. Mas o fazendeiro venceu de WO, pois o bichano saiu correndo apenas com a sua presença e a sua voz. Os porquinhos estavam envergonhados, mas o fazendeiro não estava lá para condenar ninguém e os guiou com segurança a velha fazenda onde viveram felizes para sempre.

sábado, 19 de julho de 2014

Bodas de mexirica

Fernanda,
Nestes nossos 6 anos de casados, diante de nossos amigos, eu queria, entre tantas coisas que eu tenho que falar, começar os meus votos te pedindo perdão.
Creio que uma das mais importantes tarefas que Deus nos deu é a de viver um dia de cada vez, ou melhor, viver a eternidade a cada momento, desfrutar a plenitude da vida em cada segundo. Essa tarefa por um lado parece ser muito prazerosa, mas, por outro lado, parece ser muito difícil de ser executada.
E eu, em vez de simplesmente executar essa tarefa, fico muitas vezes com paúra só de pensar em viver essa vida leve e tranquila sem a ansiedade do amanhã. E é por isso que eu quero te pedir perdão. Porque do mesmo jeito que eu recebi essa tarefa eu recebi você em minha vida. E vivendo com você e com Deus não faz sentido dizer que esta é uma tarefa árdua. Neste ano você foi testemunha que eu dei grandes passos para aprender mais sobre viver um dia de cada vez e estou disposto a aprender ainda mais.
Mas eu já sei (e tenho aprendido a cada dia) que a plenitude da minha vida é do seu lado. Mesmo a singela ação de nossas mãos se encontrarem quando estamos caminhando, por uma fração de segundo que seja, aquela segurada na mão que até depois alguém se esqueça, já é um kairòs.
Por isso, fazendo 6 anos de casado, muito mais que falar das grandes aventuras, aflições e alegrias que já passamos, ou dos sonhos que pretendemos realizar eu quero falar de cada momento presente. Almoçar com você, assistir a um filme, olhar nos seus olhos, comentar de um livro, darmos juntos uma boa risada, segurar a sua mão, orarmos juntos. Coisas que tínhamos no início do namoro, que temos hoje, e que vão existir mesmo depois que nossos sonhos já forem realizados, substituídos e até mesmo quando alguns sonhos nos deixarem frustrados. Isso nem tem tanta importância.
Obrigado por me amar como sou, me aceitar com minhas virtudes e limitações. Cuidar de mim e me fazer crescer. Obrigado por fazer parte da minha vida e estar disposta a viver um dia de cada vez comigo fazendo chuva ou sol.
Eu te amos

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Presente para dia dos namorados

Amanhã é 5º dia útil. Salário na conta e shopping lotado de pessoas que amam e são amadas e que buscam comprar algum objeto que consiga de alguma forma, mesmo que singela, expressar esse amor no próximo dia 12. Algumas pessoas já sabem exatamente o que vão dar, mas outras pessoas perdem até o ar no desespero de não encontrar o presente ideal. Vale lembrar que o principal não é o presente, mas o que ele expressa e como expressa.
Existe um livro chamado “As Cinco Linguagens do Amor” que foi lançado em 1992 e que ainda hoje aparece na lista dos mais vendidos do jornal The New York Times. Nesse livro o autor Gary Chapman aborda a importância de saber comunicar aquilo que você sente. Ele também fala que existem 5 linguagens para se expressar:
• Palavras de afirmação
• Tempo de qualidade
• Presentes
• Atos de serviço
• Toque físico
Olhando assim, parece que todas as linguagens funcionam para todos, mas é aí que está o grande desafio da comunicação. Cada pessoa tem uma linguagem que mais consegue perceber a afetividade. Algumas pessoas, mesmo tendo uma preferida, podem ter mais de uma linguagem. Porém, é comum que, em algumas pessoas, certas demonstrações de afetividade passem despercebidas ou até mesmo irritem.
Inconscientemente, todo mundo sabe qual é a forma mais eficaz dela mesma sentir afeto. O problema é que na hora de comunicar o seu sentimento afetivo para outra pessoa, utiliza da linguagem que ela mesma entende, ao invés de buscar a linguagem que a outra pessoa se sentiria querida. Em outras palavras, as pessoas demonstram amor, não da maneira que a outra pessoa se sentiria amada, mas como elas mesmas gostariam de serem amadas. E aí ocorre o problema de comunicação.
Agora, como aplicar essa teoria no dia 12? Seja o presente a linguagem de amor da pessoa ou não, é cultural a troca de presente e um passeio para esse dia. Não adianta cobrir a pessoa com elogios, caso palavras de afirmação seja a linguagem que ela compreenda a sua afetividade, pois mãos vazias vão frustrar qualquer um. Mas lembre-se que o seu presente precisa comunicar.
Então, ainda seguindo os conselhos do doutor Chapman, procure saber qual é a melhor forma da sua companhia sentir a sua afetividade. Se for palavra de afirmação, busque um presente que consiga elogiar por si só. Se for tempo de qualidade, dê um presente que mostre com clareza que precisou de tempo para consegui-lo. Se for presente, ótimo. Capriche no presente e crie o hábito de presentear constantemente. E assim por diante. Mas se você não sabe qual é a linguagem que seu namorado ou namorada mais compreende o amor, então a dica é dar cinco presentes, cada um com uma linguagem diferente e perceba de qual a pessoa mais vai gostar. Tentar, arriscar e descobrir também é muito bom. E ganhar cinco presentes então, nem se fala. Feliz dia dos namorados a todos.

sábado, 15 de março de 2014

Dia do consumidor

Todos nós somos consumidores. A gente come algo, veste uma roupa, mora em algum lugar e usa alguma coisa para se cobrir durante a noite. Em momentos relaxantes, ouvimos uma música, assistimos a um filme ou lemos um livro. Assim, em outras palavras, somos consumidores, pois o consumidor é simplesmente aquele que usa algum produto ou serviço para uso próprio. No entanto, quando olhamos para o verbo consumir, no dicionário, seu significado não será diferente a destruir, gastar, abater, enfraquecer, mortificar, entre outras palavras não menos pejorativas. O que é um fato, pois todos se utilizam de algo, que se desfaz ao ser consumido, para benefício próprio.
Seria então o consumo algo ruim? Obviamente que não. É por conta do consumidor que a economia gira, gera emprego, sustenta família, acelera o progresso, cria vários relacionamentos, e assim por diante. Onde devemos nos atentar é na identificação de quem é quem na relação consumidor e consumido.
A grosso modo, imaginamos que o consumidor é o cliente. E quando falamos em relação com o cliente, não consigo deixar de me lembrar da hierarquia empresarial para o atendimento ao cliente apresentado no livro de James C. Hunter, O Monge e o Executivo. Nesta história, mostra claramente a falha de várias empresas em seu funcionamento de liderança que convence os colaboradores de que os clientes são inimigos de guerra. E na vida real vejo que infelizmente não é diferente quando ouço pessoas das mais diversas áreas da economia, em conversas informais, reclamando de clientes.
Da mesma forma, clientes andam insatisfeitos com atendimento, serviços e produtos de várias empresas. Tanto que hoje existem ouvidorias, Procon, código de defesa do consumidor e até o Dia do Consumidor. Que por sinal, é comemorado hoje, devido famoso discurso de John Kennedy, em 1962, em que dizia que todo consumidor teria direito à segurança, à informação, à escolha e de ser ouvido.
Mas é muito estranho aceitar que alguém foi obrigado a dizer isso. É muito estranho aceitar que para muitos é comum a falha no relacionamento entre clientes e empresas. Mas para esses, trata-se de uma relação de amor e ódio ou um mal necessário. Mas, afinal de contas, um precisa do outro, e não se trata de uma questão quem consome e quem é consumido.
Pois a verdade é que ninguém quer ser consumido, abatido, mortificado, mas todos querem se desenvolver mais e mais a cada negócio realizado. Então, para começar, precisamos entender que não dá mais para consumir pessoas. Vamos aproveitar o dia do consumidor para nos lembrarmos que queremos consumir apenas produtos e serviços. Aliás, as empresas adoram oferecer produtos e serviços para o cliente consumir de forma satisfatória e, quando pessoas da empresa não são consumidas, a empresa consegue oferecer o que tem de melhor e cada vez com mais excelência. Por outro lado, empresas devem se atentar com seus clientes, também não os consumindo para que eles tenham cada vez mais satisfação e prosperidade, que, por sinal, é de onde vem o progresso.
Assim, desejo que a relação interpessoal entre consumidores e consumidos transforme-se em um relacionamento de amizade, confiança e respeito, entre clientes e empresas, abrindo oportunidade para que todos cresçam juntos e consumam cada vez mais.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Feliz dia do publicitário

A criatividade

Antoine-Laurent de Lavoisier (1743-1794), fundador da química moderna, certa vez concluiu que “na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” e desde então, adolescentes vêm decorando essa afirmação para começarem a aprender sobre composição das substâncias e seus componentes. No entanto, o princípio de Lavoisier foi tão bem empregado em tantas outras ciências que sua frase já está se tornando um ditado popular nos ambientes criativos para se acusar que nada mais se cria. Um exemplo disso surge na própria química, quando Dalton, em 1881, foi mais a fundo no princípio de Lavoisier, defendendo que a matéria era constituída por partículas denominada átomos, o problema é que isso já havia sido descrito pelo filósofo Demócrito em 400 a.C. Será que então é verdade que nada mais se cria? No livro poético Eclesiastes, o autor se queixava já naquela época dizendo “O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol”. O homem é um ser que difere muito dos outros seres vivos, não somente pelo raciocínio, mas, por tantas outras coisas como, por exemplo, a sua capacidade de criar. Ou seria a capacidade de transformar? Eu sei que a natureza é um exemplo de algo que o homem certamente não criou, mas somente desfruta, contempla e se aproveita. E sua capacidade de analisá-la e transformar, tanto a natureza, como algo inspirado nela, já é de grande esmero. E quando essa transformação é feita para solucionar questões, então, nem se fala. Não vejo como vergonhoso se inspirar consciente ou inconscientemente para criar ou transformar. A gente estuda, se aprimora, avalia, pega referências. E todas essas coisas são virtudes. O que importa mesmo não é criar algo do nada, mas, sim, criar algo para alguma coisa. E é assim que se analisa se alguém tem de fato criatividade.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Desejo, necessidade e publicidade


Eu tinha um professor que achava absurdo quando os adolescentes afirmavam que estavam com “Sede de Coca-Cola”. Para ele, sede era sede e a única forma para saciá-la era com água e o resto seria supérfluo. O que o meu professor não entendia é que, ao mesmo tempo em que sede era sede, Coca-Cola é Coca-Cola sempre. Imagine você, naquele calor de final de ano, tomando posse daquela latinha gelada de Coca-Cola. As gostas de água que deslizam na superfície de sua embalagem já é um espetáculo à parte que deixa qualquer um com água na boca. A cerimônia ainda continua com a sua habilidade de abrir a lata para levar o refrigerante ao copo enquanto é produzida uma sonoridade ímpar. O líquido dança ao elevar seu nível até mais próximo da boca do novo recipiente enquanto o gás reproduz uma grande festa com minúsculos “pseudos” fogos de artifício. Até mesmo quando a gente toma uma água, preferimos que seja na caneca verde ou no copo de requeijão da turma do Snoopy. Isso acontece porque agregamos valores aos objetos que muitas vezes despertam até sentimentos afetivos e também porque temos uma dificuldade para distinguirmos o que é necessidade e desejos.
Para eu sair de casa e ir para o trabalho eu necessito de um meio de transporte. Seja um skate, coletivo ou automóvel, todos esses satisfarão a necessidade, mas de formas diferente. Em grosso modo, quanto mais nos aprofundamos na taxonomia, mais estamos nos desfazendo da necessidade e indo para o desejo. A psicologia começou a ser usada na publicidade, na década de 1920, para descobrir como os consumidores elegiam os aspectos mais atraentes de um determinado produto. Posteriormente, a psicologia também media a atenção, memorização e percepção dos consumidores sobre os produtos como todo. Além de investigar o comportamento do consumo, a psicologia brevemente já foi responsável por criar modos de influenciar esse comportamento. E desde então houve várias mudanças entre a relação da psicologia com a publicidade. O vídeo acima, assinado pela Leo Burnett, aborda de forma fantástica a relação das pessoas com os produtos e ainda mostra brilhantes soluções e exemplos. Segundo Vera Bachmann, Psicóloga Clínica com especialização em Psicologia Analítica, mestranda em Psicologia da Infância e da Adolescência Publicitária “Tanto a Psicologia do Consumidor quanto a Psicologia da Publicidade centraram-se sobre as motivações do comportamento de consumo. Porém, a Psicologia da Publicidade possui um aspecto que a distingue da primeira. Ela está mais voltada para a permeabilidade do comportamento e nas possibilidades de como influenciá-lo. Engloba também as investigações das crenças, das tendências e das motivações dirigidas a uma marca ou produto específico. Além disso, possui métodos e meios que avaliam exclusivamente o campo da Publicidade e da Propaganda: as pesquisas de imagem e personalidade de produtos e marcas, as pesquisas de esclarecimento da mensagem publicitária e os testes de controle da ação publicitária”.